Domingo, Dezembro 02, 2007
muito em breve estarei retornando. só preciso que meu semestre letivo acabe.
até lá.
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Domingo, Novembro 18, 2007
eu acho engraçado a necessidade do ser humano em fazer promessas.
quando paro no tempo e observo as pessoas e como elas interagem umas com as outras, como faço vez por outra, sempre me deparo com promessas feitas e sendo feitas, que desde o início, estavam fadadas ao fracasso. promessas de amigos, namorados, pais e filhos. promessas de todos a todos.
e mesmo assim, mesmo que não seja possível cumprí-las, nós sentimos essa necessidade.
eu acho bem interessante a forma como a gente se apega às coisas. como a gente tá preso ao dia-a-dia e não ao "resultado" disso tudo. na verdade, a palavra que eu tô procurando não é bem "resultado", é mais algo do tipo... a realidade que não tá sendo focada pelas nossas lentes.
quer dizer... tem que ter mais do que isso né? e se a gente faz promessas, que na minha opinião, são o que fazem a ligação entre o paupável e o sentido disso tudo, que vão ser quebradas será que a gente consegue sair desse ciclo vicioso que é o cotidiano e suas trivialidades?
sei lá... tô ouvindo uma banda e lendo umas coisas aqui na net que me fizeram refletir sobre isso. a banda é bem legal, cinematic orchestra. os textos, medianos.
até a próxima.
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Quarta-feira, Novembro 14, 2007
hoje ouvi algumas vezes aquela música "triste" de tom jobim... não que eu estivesse me sentindo assim. na verdade nem acho ela triste. ouvi várias vezes porque peguei um engarrafamente filha da puta voltando pra casa e deu pra ouvir o cd todo quase 4 vezes.
tem um trecho que me chamou atenção hoje pelo atual momento que estou vivendo.
"Triste é saber que ninguém
pode viver de ilusão
Que nunca vai ser, nunca vai dar
O sonhador tem que acordar"
realmente, acho que o momento em que a gente acorda de algum "sonho" e percebe que não dá pra viver daquilo é bem triste, mas é algo necessário. por um lado, é o momento em que percebemos que o passado se torna um sonho, uma ilusão se optarmos por continuar vivendo aquilo e por outro, é o momento em que realmente abrimos os olhos e acordamos. é, para todos os efeitos, um tapa na cara seguido de um carinho (carinho com uma lixa talvez seja mais apropriado...).
é como um amigo me disse uma vez, a gente tem que ter a mesma maturidade pra aprender com as coisas ruins que teve pra aprender com as boas.
achei isso tão simples e tão complicado ao mesmo tempo, quando ouvi. acho que a partir do momento em que encaramos os fatos dessa maneira é que realmente estamos preparados, ou no caminho, pra aguentar qualquer coisa que vier pela frente.
até a próxima.
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Segunda-feira, Novembro 12, 2007
eu tinha um tema pra escrever aqui hoje...
mas quando terminei a primeira parte perdi a vontade de falar sobre o tal tema. estou agora ao som de billie jean de michael jackson tentando criar métodos pra aguçar minha criatividade no estágio. cada uma que desocupado inventa... hehehe a música acabou que agora tô ouvindo roads de portishead.
poucas coisas me marcam, com excessão de metais quentes e agulhas de tatuagem. uma delas é a música. algumas pessoas são muito ligadas à perfumes e outras coisas das quais não lembro agora, mas a única que me marca mesmo é a música.
eu tava pensando sobre isso agora, e é interessante como existe uma divisória nas minhas lembranças relacionadas à música. a internet na minha vida. antes dela, minhas lembranças são muito mais "contextuais" do que pessoais. coisa que mudou a partir do momento em que passei a conhecer músicas porque pessoas me "deram" elas, uma de cada vez. hoje em dia, mesmo as que não são "especiais" me lembram algo ou alguém.
a internet é foda mesmo...
fugindo do assunto, estou pensando em dar uma re-estruturada nesse blog. ou mudando de hospedagem ou mudando esse template... possivelmente a primeira opção, já que as possibilidades deste blog são um pouco limitadas e na minha opinião obsoletas. bem, se for o caso eu vou deixar o link por aqui pras moscas não perderem o rastro e me acompanharem pra onde eu for.
até a próxima.
ps: encerrando o post com i wish de stevie wonder... essa sim tem boas e bem pessoais lembranças.
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Segunda-feira, Outubro 22, 2007
uma coisa eu sei que posso afirmar...
amar não é pra quem quer não... é pra quem agüenta.
por hoje é só... amanhã eu volto com mais gás.
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Quarta-feira, Outubro 17, 2007
é engraçado como a vida dá voltas...
cá estou eu, praticamente 3 anos depois de, bem dizer, abandonar esse blog, deixá-lo às moscas jogado na sarjeta, volto a escrever aqui. e sabem por quê? os que me acompanham a mais tempo devem lembrar de quando, no passado, eu escrevia coisas do tipo "dor de cotovelo é a melhor inspiração e blá blá blá...". pois é, a dor de cotovelo vai e vem, mas o drama continua sempre aqui, firme e forte. hehehe
bem, depois da breve introdução, acho que posso entrar em algum tema mais elaborado.
como alguns dos 7 leitores deste blog devem saber, eu penso muito sobre assuntos "de pouca importância para a sociedade". então, como de costume, um dia desses estava pensando sobre como nós vivemos e convivemos com pessoas que na verdade não conhecemos ou conhecemos menos do que pensamos conhecer. pessoas que atuam e usam máscaras diante de outras diariamente, as vezes a vida inteira.
um dia desses, um amigo perguntou a mim e a outro amigo nosso se conhecíamos ele a fundo. a resposta àquela pergunta me pareceu tão pateticamente óbvia que não acreditei na pergunta, mas nos milissegundos que seguiram eu percebi que não fazia a menor idéia de qual seria a resposta adequada.
nos instantes seguintes, um silêncio tomou conta do ambiente. a tensão entre os três crescia a cada segundo de silêncio e por um momento pensei que realmente não o conhecesse.
foram os flashes de situações vividas, conversas e discussões que me fizeram perceber que ele não fazia parte desse grupo de conhecidos desconhecidos.
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Sexta-feira, Agosto 04, 2006
I guess all I can say is that somethings just weren't ment to be.
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Quinta-feira, Julho 06, 2006
qualquer dia desses quando a minha internet voltar eu volto escrever aqui com frequência.
até lá, gostaria que vocês pensassem um pouco a respeito das formigas que moram em grandes metrópoles. ninguém pára pra pensar nelas, todo mundo só faz falar dos menores abandonados, que eles sofrem muito e não sei o quê... tudo besteira. quem sofre mesmo são as formigas.
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Quinta-feira, Maio 04, 2006
transition,
the ultimate stage.
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Terça-feira, Janeiro 03, 2006
when you live in hell, things just can't get any worse.
and believe me, they'll try. they always do.
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Segunda-feira, Janeiro 02, 2006
porra.
era pra ser assim mesmo? muita coisa ruim acontece com muita gente. todo mundo sabe disso. mas as vezes me parece que tentar ajudá-las é como comprar briga com o destino.
é, eu tô falando desse "porra"...
sem falar que a minha mais nova desgracinha particular poderia ter sido a última. não vou entrar em detalhes, mas quando a gente se vê numa situação dessas, meio que entra em "pane". não sabe se pára, se volta ao normal... posso voltar mas não ao normal de antes.
limites as vezes são bons.
eu sempre acreditei que coincidências não existem. é possível. acho que só daqui a algum tempo eu vou saber mesmo.
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Terça-feira, Dezembro 20, 2005
Resolvi que a partir desse mês vou fazer uma auto-crítica à alguns dos meus primeiros posts, ainda no antigo blog (lá embaixo tem o link, pra quem achar que eu tô criticando posts imaginários). Então, pra quem não tiver nada melhor pra fazer acho que vai ser bem legal. Aguardem.
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Terça-feira, Dezembro 13, 2005
Hoje (e quando digo hoje, estou na verdade me referindo aos últimos 5 minutos) percebi que em muitos momentos da minha vida cheguei à conclusão de estar vivendo fases de transição. E não foi só isso, acho que, de fato, eu já passei mesmo por isso muitas vezes, e que, talvez, não só a minha, mas a vida de todo mundo (tá... talvez o mundo todo não) seja uma fase de transição em si. Ou talvez isso seja só viagem minha. Como todos vocês que lêem este blog (eu, de mês em mês, o que torna a própria existência do blog sem sentido, uma vez que antes de escrever eu dialogo comigo mesmo sobre o assunto) já sabem que eu as vezes viajo mesmo.
Na verdade, no momento eu tô matando tempo pro sol estabilizar um pouco e o trânsito diminuir e ir tirar umas fotos lá em setúbal. Na volta eu tava pensando em passar no Shopping Recife e comprar uns filmes que eu vi na tabira por R$ 9,90. Eu queria que fossem cromo, mas a promoção é so pra cor normal, e só 200 ASA e 400 ASA. Na verdade, mesmo que eu quisesse, eles não tem cromo nem p&b lá. Fazer o quê? Aproveitar o que tem...
É realmente chato não ter o que fazer quando a gente acorda cedo. Se eu fosse um cara atlético e tal, eu poderia ir correr na Jaqueira ou na Beira Rio. Mas sei lá, simplesmente não faz o meu estilo. Por isso que eu vim pra cá, e como eu tava lendo meu blog favorito, resolvi escrever um pouco aqui. O que eu preciso é de mais tempo sem fazer porra nenhuma mesmo. Algumas das minhas sacadas geniais mais geniais eu tive em situações assim. Eu não lembro de nenhuma agora, mas eu sei que tive porque lembro de pessoas que gostaram (novamente eu mesmo... triste, porém verdadeiro comigo mesmo) e lembro de ter me sentido bem com isso.
Agora eu vou indo, quero arranjar outra coisa pra fazer, e adivinha o quê? Só falta mais uma hora e meia pra eu não precisar me preocupar mais em não estar fazendo nada.
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Segunda-feira, Outubro 24, 2005
Pelo que pude observar até hoje, fim de ano chegando significa uma coisa: toda e qualquer atividade acadêmica passa a ser levada na base do "empurrômetro de barriga". Na faculdade, esse semestre, a coisa tá incrível. Cadeiras super legais e interessantes foram transformadas em correção pela milésima vez de trabalhos passados na primeira semana de agosto e em embromations agudas. Acho que esse fenômeno tem a ver realmente com a época do ano, diferente do que eu pensava quando estudava em colégio (associava o fato ao fim do ano letivo), mas como agora eu tô numa universidade e lá a coisa é dividida em semestres começo a perceber que trata-se de um fenômeno relacionado realmente à posição do planeta em relação ao sol e coisas dessa natureza...
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Sábado, Maio 07, 2005
Amanhã é dia das mães e, novamente, volto a me questionar quanto à credibilidade da data. Não que eu não ame a minha mãe e blá blá blá... Mas é aquela coisa, será que o único jeito de demonstrar isso é comprando um celular claro com 600 minutos de bônus?
--- parágrafo à parte---
Por falar em propaganda, faz tempo que eu tô querendo falar de uma aqui. É aquela propaganda do Nissin Miojo com a Angélica e o Luciano Huck. Tudo bem que propaganda institucional* não é feita pra vender um produto e sim uma marca, uma idéia... Mas eu acho que alí entra aquela história do "qualquer publicidade é publicidade boa, mesmo se for ruim" (não lembro da frase, mas a idéia é essa) e não é bem por aí. Esse exemplo, me fez ter ódio daquele miojo e se fosse um produto novo eles teriam de investir muito dinheiro em propaganda pra limpar a imagem que eles estão passando pra me fazer comprar aquela porra! É mais ou menos assim: eles mostram a Angélica fazendo o miojo, aí o Luciano Huck fala uma merda qualquer (com a intenção de ser engraçado) e Tcharam! Temos uma propaganda do Nissin Miojo. Lembra a tática da maioria das cervejas, com a exceção de algumas que são realmente bem feitas e até mesmo engraçadas.
*Propaganda institucional é aquela que tem por finalidade fortalecer uma marca ou idéia, não influenciando diretamente na venda do produto. Ex: "Hello Moto", "Coca-cola"... Resuminho Malicioso: em geral não mencionam preços nem pontos de venda...
--- observação à parte---
Tô comendo pêssego em caldas. Puta que pariu... é bom demais. A pessoa que inventou isso devia ser canonizada.
--- voltando ao dia das mães---
Esse exemplo da claro com a Marieta Severo praticamente fala isso, que o presente é mais importante do que qualquer outra coisa no dia das mães. Aí, mesmo que você tente resistir à essa tendência do " data-comemorativismo" quando chega no dia ou na véspera da data, dá um aperto no coração e você decide que tem de comprar um presente, e vai aí shopping. E é aí que você se fode. Tem gente desesperada em todas as lojas de todos os shoppings (não aconselho ir ao centro da cidade na véspera ou muito próximo do dia, lá, além de sentir calor você pode morrer pisoteado), parece um formigueiro, não tem vaga no estacionamento... É um inferno.
Bem, acho que já vou indo. Tenho que dar uma passada no shopping ainda hoje. Sabe como é né? "Dias da mães blá blá blá..."
Até a próxima.
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